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Esse link é o link q está todas as roupas emos!!!
domingo, 24 de maio de 2009
Blink 182
Blink-182 (também conhecida somente por Blink) foi uma banda estadunidense formada em 1992 na cidade de Poway, Califórnia, em um subúrbio ao norte de São Diego. A banda chamava-se somente Blink, mas por haver um grupo irlandês com o mesmo nome, o Blink decidiu mudar de nome, e para evitar um processo demorado, a banda adicionou o número 182 no final de seu nome. O grupo alcançou grande fama em 1999 com o lançamento do álbum Enema of The State. Em 2003, a revista da MTV elegeu o Blink-182 como a melhor banda de punk rock. Em fevereiro de 2005, a banda anunciou em seu site um hiato indefinido; se reuniriam novamente apenas três anos depois, em fevereiro de 2009, com planos de voltar aos palcos. O início O Blink-182 é formado por três membros: Thomas Matthew DeLonge, Jr. (Tom) na guitarra e no vocal, Mark Allan Hoppus (Mark) no baixo e no vocal Scott Raynor (Scott) na bateria e na percussão. O grupo era conhecido no mundo todo por suas melodias punk rock que tornaram-se sucessos nas paradas musicais e pelo seu humor nas canções. A banda diferenciava-se das outras de punk rock pelo conteúdo humorístico em contraste às letras de outras bandas do gênero que demonstram raiva ou conteúdo anti-político, o Blink-182 inovou no punk, trazendo a tona o gênero que não estava muito em alta. A história da banda começou quando Scott e Tom se conheceram no ensino médio. Logo após conheceram Mark e o inseriram na banda. Mark ficou ausente do grupo por um tempo, pois tinha problemas com uma namorada, voltando logo após para completar a formação e começar a carreira de sucesso. Até o fim de 1993 a banda lançou Flyswatter. A demo tape foi gravada com material caseiro, o que explica a fraca qualidade de som. Quem escuta essa demo percebe como a qualidade da banda mudou desde então. Antes do fim do ano, a banda lançou outro cassete conhecido como Buddha. Em torno de mil cópias foram produzidas pela Cargo Filter Records. No início de 1994 o Blink lançou seu primeiro álbum de estúdio, Cheshire Cat, lançado pela Grilled Cheese Records. O álbum continha várias novas versões de músicas que apareciam no demo Buddha. Pouco após o lançamento de Cheshire Cat, o grupo foi ameaçado legalmente por uma banda techno da Irlanda de mesmo nome. Para evitar um processo demorado, o Blink adicionou o número 182 no final de seu nome. Apesar de haverem rumores do motivo pelos quais estes números foram escolhidos, todos os membros da banda deixaram claro que eles são totalmente aleatórios, porém há rumores de que o número originou-se do filme Scarface, no qual Al Pacino fala 182 vezes a palavra fuck. O sucesso e a entrada de Travis Barker Devido ao estouro do punk rock na década de 1990 (com bandas como Green Day e The Offspring), o Blink-182 assinou com os gigantes da MCA Records. Após mudarem-se para Encinitas, Califórnia, a banda gravou o álbum Dude Ranch com o produtor Mark Trombino. O álbum foi um sucesso e os singles, "Josie" e "Dammit" ficaram no topo das paradas dos Estados Unidos. Em 1998 a banda teve um problema com Scott, pelo forte consumo de bebidas. Apesar de que alguns acreditam que ele deixou o grupo para conseguir seu diploma na faculdade, ou talvez que ele preferisse ficar na cena underground, ainda não foi esclarecido o que aconteceu. Quando Scott desapareceu durante uma turnê pelos Estados Unidos, a banda precisou de outro baterista para substituí-lo por um concerto. Travis Barker, que estava tocando com a banda The Aquabats, com quem o Blink-182 estava em turnê, decidiu tocar com eles aquela noite. Após aprender todo o set da banda em trinta minutos e tocando todas as canções com facilidade, Mark e Tom decidiram que Travis era o homem que a banda precisava e Scott foi separado do grupo. Depois que Travis entrou no lugar de Scott, houve boatos de que a canção "Man Overboard" foi escrita para o antigo baterista do grupo, ao menos ela tem trechos curiosos como: "Me desculpe, acabou", "Você saiu da linha e raramente está sóbrio", "Nós não podemos depender das suas desculpas porque no final é inútil", "Não posso dizer que sinto a falta dele", "Perda de um bom amigo, a melhor das intenções eu achei", "Cubra as cicatrizes, ponha a sua máscara de falsidade" e "Abandonei você no bar pra que tentasse salvar a sua face". Em 1999 foi lançado o aguardado Enema of the State. O álbum teve sucesso, e o Blink-182 ficou famoso entrando para o cenário musical central com aparições na MTV, com singles como "All the Small Things", "What's My Age Again?" e "Adam's Song". "All The Small Things" foi uma que humilhava todas as boy bands, incluindo principalmente a banda Backstreet Boys. A canção de Enema of the State teve sua origem no mesmo estilo seguido por bandas como NOFX, Green Day e The Offspring, mas era mais acessível para o rádio e tinha letras com que mais adolescentes podiam identificar-se. Isso fez com que o Blink perdesse sua credibilidade na cena punk principalmente pelo fato de que agora eles dividiam espaço com outras bandas populares de garotos, como os Backstreet Boys e o *NSYNC e foram tachados de "banda de garotinha adolescente" e de "terem se vendido por dinheiro". Em 2000 foi lançado o único álbum ao vivo da banda, The Mark, Tom, and Travis Show (The Enema Strikes Back!), que contém várias canções do álbum Enema of the State, sendo que uma das canções, "Dumpweed", foi lançada como um dos singles do álbum, ao lado de "Man Overboard", porém a segunda canção citada foi a única que não apareceu como ao vivo no álbum. Em 2001 o Blink-182 continuava seu reinado como os "reis do punk rock", gravando Take Off Your Pants and Jacket, que seguia as mesmas fórmulas básicas do sucesso Enema of the State. A banda continuou sem ganhar nenhuma credibilidade, mas seu sucesso no "mundo rock" ainda era evidente. No mesmo ano, apareceram na capa da revista CosmoGirl e ganharam um prêmio no Nickelodeon's Kids' Choice Award. Essas duas coisas fizeram com que a popularidade do Blink-182 caísse ainda mais no cenário punk, mas projetos laterais de Tom Delonge e de Travis Barker (Transplants e Box Car Racer) fizeram com que sua credibilidade começasse a crescer lentamente. Durante esse tempo, o grupo fez outro álbum de sucesso, lançado em 2003. Descrita como uma auto-meditação na decadência romântica, seu quinto álbum de estúdio, Blink-182, (sem título) apresentava os singles "Feeling This", "I Miss You", "Down" e uma influência dos anos 1980, "Always". Travis Barker confirmou que a banda deixou o álbum sem título para representar um Blink totalmente novo. O álbum apresenta um tipo de música mais profundo do que qualquer outra coisa que o Blink já tenha feito, e fez com que ganhassem mais credibilidade no rock moderno enquanto ainda eram exibidos na MTV e em estações de rádio populares. Os críticos falaram que seu som ficou parecido com o estilo do The Police e do U2, apesar de que os membros da banda alegam ter tido maior influência do The Cure, cujo membro Robert Smith apareceu em "All of This". Segundo os ouvintes do álbum, as canções, junto com as letras, ficaram mais profundas. Uma turnê com a banda No Doubt no verão de 2004 também foi um sucesso. Depois da turnê, eles decidiram visitar a Irlanda para conhecer aqueles que já foram seus "inimigos", a banda Blink da Irlanda. Hiato Em fevereiro de 2005, o Blink-182 anunciou em seu site oficial um hiato indefinido. No final do mesmo ano a banda lançou uma coletânea com seus melhores hits, o CD Greatest Hits, que inclui "Another Girl, Another Planet", (cover de The Only Ones) cantada por Mark e e usada em um programa de Travis na MTV estadunidense e "Not Now", (bônus da versão britâncica do álbum Blink-182) cantada por Tom. Originalmente, "Carousel" não estava na lista de canções, mas a pedido dos fãs ela foi incluída. O grupo lançou na mesma data o DVD Greatest Hits, que contém 13 videoclipes das canções mais famosas da banda. Mark Hoppus e Travis Barker se envolveram em um projeto musical chamado +44, cujo o primeiro álbum de estúdio, When Your Heart Stops Beating, saiu em 14 de novembro de 2006. A canção "No It Isn't", feita por Mark para Tom, contém trechos polêmicos como "vamos cortar os nossos pulsos e queimar algo bonito" e "por favor entenda, isso não é apenas um adeus, isso é um eu não aguento você",[12] explicando assim o motivo do fim do Blink-182. Tom Delonge também está em uma nova banda, Angels and Airwaves, comentou sobre seu novo projeto: «Assim que acabou toda a confusão do Blink-182 quando estávamos na Europa, tive uma visão muito estranha. Meu coração estava batendo muito rápido durante três semanas seguidas de um jeito que nunca tinha acontecido antes. Eu senti como se eu tivesse sido tocado por algo e tinha que fazer algo concreto». Seu primeiro álbum de estúdio foi lançado em 23 de maio de 2006, We Don't Need To Whisper. Mark comentou sobre o álbum: "É tudo longo e repetitivo demais. Eu sempre amei a simplicidade das composições e letras do Tom, mas esse disco soa forçado e pretensioso demais". A banda Angels and Airwaves faz covers de algumas canções do Blink-182 como: "Down" e "I Miss You", já o +44, faz covers de "Dammit", "The Rock Show" e "What's My Age Again?". Mark Hoppus em entrevista para os sites da MTV e B182.com confirmou o fim da banda. De acordo com ele, através de seu empresário, Tom não continuaria na banda por não ter "controle pleno das ações e querer mais tempo com a família". Mark também comentou que o grupo tinha sido uma democracia desde o primeiro dia, mas perto do fim, Tom estava queredo decidir tudo sozinho, segundo Mark ele nem mesmo ligou para acabar com a banda, foi seu empresário que fez isso. Travis Barker em entrevista acusou Tom de ter sido o causador tanto das brigas entre os integrantes, quanto do fim do Blink, dias depois em outra entrevista ele começou a chorar afirmando que Tom nunca mais falou com ele nem com o Mark. Segundo Mark, o que se sabe é que nos últimos tempos o Blink ainda estava junto, mas Tom só se comunicava com ele e Travis por meio do empresário e quando havia reuniões da banda, Tom ficava de cabeça baixa de um lado da sala ao lado do empresário enquanto Mark e Travis ficavam de outro lado. Tom DeLonge também têm dado várias entrevistas, contando um pouco do fim da banda, em uma delas disse que há uma possibilidade do grupo lançar um último álbum e encerrar as atividades após esse lançamento, mas Tom falou isso em dezembro de 2006 e até agora não se sabe nada sobre o "suposto álbum de despedida". Aparentemente, houve uma grande briga entre os integrantes, e dificilmente o Blink-182 irá voltar desse hiato indefinido. Na cerimônia do Grammy Awards em 8 de fevereiro de 2009, os três integrantes reapareceram juntos pela primeira vez desde a separação. Baker anunciou o retorno do grupo, fato confirmado por uma mensagem deixada no mesmo dia no site oficial da banda. Dicografia Ano Título 1994 Cheshire Cat 1997 Dude Ranch 1999 Enema of the State 2001 Take Off Your Pants and Jacket 2003 Blink-182
Blink-182 (também conhecida somente por Blink) foi uma banda estadunidense formada em 1992 na cidade de Poway, Califórnia, em um subúrbio ao norte de São Diego. A banda chamava-se somente Blink, mas por haver um grupo irlandês com o mesmo nome, o Blink decidiu mudar de nome, e para evitar um processo demorado, a banda adicionou o número 182 no final de seu nome. O grupo alcançou grande fama em 1999 com o lançamento do álbum Enema of The State. Em 2003, a revista da MTV elegeu o Blink-182 como a melhor banda de punk rock. Em fevereiro de 2005, a banda anunciou em seu site um hiato indefinido; se reuniriam novamente apenas três anos depois, em fevereiro de 2009, com planos de voltar aos palcos. O início O Blink-182 é formado por três membros: Thomas Matthew DeLonge, Jr. (Tom) na guitarra e no vocal, Mark Allan Hoppus (Mark) no baixo e no vocal Scott Raynor (Scott) na bateria e na percussão. O grupo era conhecido no mundo todo por suas melodias punk rock que tornaram-se sucessos nas paradas musicais e pelo seu humor nas canções. A banda diferenciava-se das outras de punk rock pelo conteúdo humorístico em contraste às letras de outras bandas do gênero que demonstram raiva ou conteúdo anti-político, o Blink-182 inovou no punk, trazendo a tona o gênero que não estava muito em alta. A história da banda começou quando Scott e Tom se conheceram no ensino médio. Logo após conheceram Mark e o inseriram na banda. Mark ficou ausente do grupo por um tempo, pois tinha problemas com uma namorada, voltando logo após para completar a formação e começar a carreira de sucesso. Até o fim de 1993 a banda lançou Flyswatter. A demo tape foi gravada com material caseiro, o que explica a fraca qualidade de som. Quem escuta essa demo percebe como a qualidade da banda mudou desde então. Antes do fim do ano, a banda lançou outro cassete conhecido como Buddha. Em torno de mil cópias foram produzidas pela Cargo Filter Records. No início de 1994 o Blink lançou seu primeiro álbum de estúdio, Cheshire Cat, lançado pela Grilled Cheese Records. O álbum continha várias novas versões de músicas que apareciam no demo Buddha. Pouco após o lançamento de Cheshire Cat, o grupo foi ameaçado legalmente por uma banda techno da Irlanda de mesmo nome. Para evitar um processo demorado, o Blink adicionou o número 182 no final de seu nome. Apesar de haverem rumores do motivo pelos quais estes números foram escolhidos, todos os membros da banda deixaram claro que eles são totalmente aleatórios, porém há rumores de que o número originou-se do filme Scarface, no qual Al Pacino fala 182 vezes a palavra fuck. O sucesso e a entrada de Travis Barker Devido ao estouro do punk rock na década de 1990 (com bandas como Green Day e The Offspring), o Blink-182 assinou com os gigantes da MCA Records. Após mudarem-se para Encinitas, Califórnia, a banda gravou o álbum Dude Ranch com o produtor Mark Trombino. O álbum foi um sucesso e os singles, "Josie" e "Dammit" ficaram no topo das paradas dos Estados Unidos. Em 1998 a banda teve um problema com Scott, pelo forte consumo de bebidas. Apesar de que alguns acreditam que ele deixou o grupo para conseguir seu diploma na faculdade, ou talvez que ele preferisse ficar na cena underground, ainda não foi esclarecido o que aconteceu. Quando Scott desapareceu durante uma turnê pelos Estados Unidos, a banda precisou de outro baterista para substituí-lo por um concerto. Travis Barker, que estava tocando com a banda The Aquabats, com quem o Blink-182 estava em turnê, decidiu tocar com eles aquela noite. Após aprender todo o set da banda em trinta minutos e tocando todas as canções com facilidade, Mark e Tom decidiram que Travis era o homem que a banda precisava e Scott foi separado do grupo. Depois que Travis entrou no lugar de Scott, houve boatos de que a canção "Man Overboard" foi escrita para o antigo baterista do grupo, ao menos ela tem trechos curiosos como: "Me desculpe, acabou", "Você saiu da linha e raramente está sóbrio", "Nós não podemos depender das suas desculpas porque no final é inútil", "Não posso dizer que sinto a falta dele", "Perda de um bom amigo, a melhor das intenções eu achei", "Cubra as cicatrizes, ponha a sua máscara de falsidade" e "Abandonei você no bar pra que tentasse salvar a sua face". Em 1999 foi lançado o aguardado Enema of the State. O álbum teve sucesso, e o Blink-182 ficou famoso entrando para o cenário musical central com aparições na MTV, com singles como "All the Small Things", "What's My Age Again?" e "Adam's Song". "All The Small Things" foi uma que humilhava todas as boy bands, incluindo principalmente a banda Backstreet Boys. A canção de Enema of the State teve sua origem no mesmo estilo seguido por bandas como NOFX, Green Day e The Offspring, mas era mais acessível para o rádio e tinha letras com que mais adolescentes podiam identificar-se. Isso fez com que o Blink perdesse sua credibilidade na cena punk principalmente pelo fato de que agora eles dividiam espaço com outras bandas populares de garotos, como os Backstreet Boys e o *NSYNC e foram tachados de "banda de garotinha adolescente" e de "terem se vendido por dinheiro". Em 2000 foi lançado o único álbum ao vivo da banda, The Mark, Tom, and Travis Show (The Enema Strikes Back!), que contém várias canções do álbum Enema of the State, sendo que uma das canções, "Dumpweed", foi lançada como um dos singles do álbum, ao lado de "Man Overboard", porém a segunda canção citada foi a única que não apareceu como ao vivo no álbum. Em 2001 o Blink-182 continuava seu reinado como os "reis do punk rock", gravando Take Off Your Pants and Jacket, que seguia as mesmas fórmulas básicas do sucesso Enema of the State. A banda continuou sem ganhar nenhuma credibilidade, mas seu sucesso no "mundo rock" ainda era evidente. No mesmo ano, apareceram na capa da revista CosmoGirl e ganharam um prêmio no Nickelodeon's Kids' Choice Award. Essas duas coisas fizeram com que a popularidade do Blink-182 caísse ainda mais no cenário punk, mas projetos laterais de Tom Delonge e de Travis Barker (Transplants e Box Car Racer) fizeram com que sua credibilidade começasse a crescer lentamente. Durante esse tempo, o grupo fez outro álbum de sucesso, lançado em 2003. Descrita como uma auto-meditação na decadência romântica, seu quinto álbum de estúdio, Blink-182, (sem título) apresentava os singles "Feeling This", "I Miss You", "Down" e uma influência dos anos 1980, "Always". Travis Barker confirmou que a banda deixou o álbum sem título para representar um Blink totalmente novo. O álbum apresenta um tipo de música mais profundo do que qualquer outra coisa que o Blink já tenha feito, e fez com que ganhassem mais credibilidade no rock moderno enquanto ainda eram exibidos na MTV e em estações de rádio populares. Os críticos falaram que seu som ficou parecido com o estilo do The Police e do U2, apesar de que os membros da banda alegam ter tido maior influência do The Cure, cujo membro Robert Smith apareceu em "All of This". Segundo os ouvintes do álbum, as canções, junto com as letras, ficaram mais profundas. Uma turnê com a banda No Doubt no verão de 2004 também foi um sucesso. Depois da turnê, eles decidiram visitar a Irlanda para conhecer aqueles que já foram seus "inimigos", a banda Blink da Irlanda. Hiato Em fevereiro de 2005, o Blink-182 anunciou em seu site oficial um hiato indefinido. No final do mesmo ano a banda lançou uma coletânea com seus melhores hits, o CD Greatest Hits, que inclui "Another Girl, Another Planet", (cover de The Only Ones) cantada por Mark e e usada em um programa de Travis na MTV estadunidense e "Not Now", (bônus da versão britâncica do álbum Blink-182) cantada por Tom. Originalmente, "Carousel" não estava na lista de canções, mas a pedido dos fãs ela foi incluída. O grupo lançou na mesma data o DVD Greatest Hits, que contém 13 videoclipes das canções mais famosas da banda. Mark Hoppus e Travis Barker se envolveram em um projeto musical chamado +44, cujo o primeiro álbum de estúdio, When Your Heart Stops Beating, saiu em 14 de novembro de 2006. A canção "No It Isn't", feita por Mark para Tom, contém trechos polêmicos como "vamos cortar os nossos pulsos e queimar algo bonito" e "por favor entenda, isso não é apenas um adeus, isso é um eu não aguento você",[12] explicando assim o motivo do fim do Blink-182. Tom Delonge também está em uma nova banda, Angels and Airwaves, comentou sobre seu novo projeto: «Assim que acabou toda a confusão do Blink-182 quando estávamos na Europa, tive uma visão muito estranha. Meu coração estava batendo muito rápido durante três semanas seguidas de um jeito que nunca tinha acontecido antes. Eu senti como se eu tivesse sido tocado por algo e tinha que fazer algo concreto». Seu primeiro álbum de estúdio foi lançado em 23 de maio de 2006, We Don't Need To Whisper. Mark comentou sobre o álbum: "É tudo longo e repetitivo demais. Eu sempre amei a simplicidade das composições e letras do Tom, mas esse disco soa forçado e pretensioso demais". A banda Angels and Airwaves faz covers de algumas canções do Blink-182 como: "Down" e "I Miss You", já o +44, faz covers de "Dammit", "The Rock Show" e "What's My Age Again?". Mark Hoppus em entrevista para os sites da MTV e B182.com confirmou o fim da banda. De acordo com ele, através de seu empresário, Tom não continuaria na banda por não ter "controle pleno das ações e querer mais tempo com a família". Mark também comentou que o grupo tinha sido uma democracia desde o primeiro dia, mas perto do fim, Tom estava queredo decidir tudo sozinho, segundo Mark ele nem mesmo ligou para acabar com a banda, foi seu empresário que fez isso. Travis Barker em entrevista acusou Tom de ter sido o causador tanto das brigas entre os integrantes, quanto do fim do Blink, dias depois em outra entrevista ele começou a chorar afirmando que Tom nunca mais falou com ele nem com o Mark. Segundo Mark, o que se sabe é que nos últimos tempos o Blink ainda estava junto, mas Tom só se comunicava com ele e Travis por meio do empresário e quando havia reuniões da banda, Tom ficava de cabeça baixa de um lado da sala ao lado do empresário enquanto Mark e Travis ficavam de outro lado. Tom DeLonge também têm dado várias entrevistas, contando um pouco do fim da banda, em uma delas disse que há uma possibilidade do grupo lançar um último álbum e encerrar as atividades após esse lançamento, mas Tom falou isso em dezembro de 2006 e até agora não se sabe nada sobre o "suposto álbum de despedida". Aparentemente, houve uma grande briga entre os integrantes, e dificilmente o Blink-182 irá voltar desse hiato indefinido. Na cerimônia do Grammy Awards em 8 de fevereiro de 2009, os três integrantes reapareceram juntos pela primeira vez desde a separação. Baker anunciou o retorno do grupo, fato confirmado por uma mensagem deixada no mesmo dia no site oficial da banda. Dicografia Ano Título 1994 Cheshire Cat 1997 Dude Ranch 1999 Enema of the State 2001 Take Off Your Pants and Jacket 2003 Blink-182
sábado, 23 de maio de 2009
Darvin
Ralando no cenário underground desde 1997, a banda Darvin acaba de conquistar mais um degrau em sua vitoriosa carreira: o lançamento de seu primeiro disco oficial por uma grande gravadora, a EMI Music. Formado pelos guitarristas e vocalistas Thiago e André, o baixista Rá e o baterista Dudi, o quarteto carioca mostra no trabalho que suas influências vão muito além de nomes como Blink 182, Nofx, Millencolin, Mxpx, Denver Harbor e Belvedere, entre outros, graças aos ricos cromatismos harmônicos e às caídas diminutas, que diferem seu som das demais bandas ditas punk rock da atualidade. Ao longo dos últimos anos, o grupo participou de shows importantes, com lotações esgotadas em casas de espetáculos como o Claro Hall, na Barra da Tijuca, no Rio, onde tocaram para 8000 pessoas; o Hard Rock Café, também na Barra, para 3000 pessoas, e a Boate Raio de Sol, na Tijuca, para aproximadamente 2200. Além disso, eles abriram as apresentações do grupo Yellowcard, que, em agosto de 2005, lotou a Fundição Progresso, no Rio, e a Via Funchal, em São Paulo. Recentemente, depois de lançar discos independentes, que conquistaram enorme reconhecimento junto ao público, o Darvin caiu nas mãos e nas graças do tarimbado produtor musical Carlo Bartolini, um colecionador de discos de ouro, que já trabalhou com grandes artistas como Os Paralamas do Sucesso e Nando Reis, entre outros. O resultado dessa parceria culminou em uma produção impecável, que valorizou ainda mais a qualidade de suas canções. E vamos a elas. Homônimo, o disco começa muito bem, com o pau quebrando no single É Tão Raro, autobiográfico, que fala de um relacionamento problemático entre o vocalista Thiago e uma ex-namorada. Com um forte riff de abertura e uma levada quebrada, ele serve como um excelente cartão de visita para os garotos. Noite No Cais, a faixa seguinte, é a mais antiga deles. Feita em 1999, sua letra transpira a inocência vivida naquela época. Seu refrão, aliás, é, até hoje, um dos mais cantados pela galerinha que curte o som do Darvin. Composta recentemente, enquanto fechavam o repertório, Doha traz uma letra madura, que faz referências a uma série de filmes. Ao contrario dela, Duas E Meia é outra velha conhecida do público. Apesar de ter uma harmonia recheada de acordes diminutos e dissonantes, sua melodia é de fácil aceitação. Tanto que, ao ser lançada na Internet, como single do primeiro disco independente do Darvin, teve mais de 100.000 downloads em pouquíssimos meses. Outra bela canção do trabalho, 9 Primaveras fala sobre um relacionamento entre uma menina de 15 anos e um rapaz nove anos mais velho. Pesada, porém, na medida certa, a faixa também tem uma harmonia rica em modulações, regida pelas excelentes guitarras de Thiago e André. Gravada originalmente em formato voz e violão, Apague A Luz recebe nova coloração com a entrada de sintetizadores, guitarras e rufos de bateria. Essa é também uma das queridinhas dos fãs da banda e traz números que comprovam sua popularidade. Mais de 250.000 downloads e uma pauta no Ya! Dog, da MTV. O universo feminino é novamente relatado pelo quarteto em Até O Amanhecer, que fala da tristeza pelo fim de um longo relacionamento. Passando bem longe da simplicidade dos três acordes de músicas do gênero, ela abre as portas para a ultra-pop De Alguma Maneira, a última a ser composta para o CD. Retranca tem um clima bacana de festa e conta a história de um cara que está doido pra chegar aos finalmentes com sua namoradinha, enquanto 112 quebra o clima de farra para falar de uma amizade que se foi com o tempo e a distância. A veia punk de Flashes, aditivada com a dissonância de seus acordes, são o ponto alto do trabalho, que encerra com Podia Ser Pior, composta originalmente em ritmo country. Fechando a tampa, o clipe de É Tão Raro marca presença. Vale lembrar que, mesmo sem ter o respaldo de uma major, até então, a popularidade do Darvin sempre foi gigantesca. Em comunidades no Orkut, o número de fãs do grupo ultrapassou os 40 mil integrantes - pessoas dos quatro cantos do país. No My Space, até hoje, eles já foram visitados por mais de 6000 pessoas e ouvidos por cerca de 4000. E agora é hora de a história continuar, claro, com muito sucesso. Mas fica aqui a pergunta: onde será que esses meninos vão parar? Simples resposta: longe, bem longe, com certeza.
Pensa Em Mim
Darvin
Inspiração dos meus sonhos não quero acordar
Quero ficar só contigo não vou poder voar
Por que parar pra refletir se meu reflexo é você
Aprendendo uma só vida, compartilhando prazer
Por que parece que na hora eu não vou agüentar
Se eu sempre tive força e nunca parei de lutar
Como num filme, no final tudo vai dar certo
Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto
Pensa em mim
Que eu tô pensando em vocêE me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo
O tempo que passamos juntos vai ficar pra sempre
Intimidades, brincadeiras, só a gente entende
Pra quem fala que namorar é perder tempo eu digo:
Há muito tempo eu não crescia o que eu cresci contigo
Juntos no balanço da rede, sob o céu estrelado
Sempre acontece, o tempo pára quando eu tô do seu lado
A noite chega eu fecho os olhos e é você que eu vejo,
Como eu queria estar contigo eu paro e faço um desejo
Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo (4x)
Mais uma vez que te amo...
Darvin
Inspiração dos meus sonhos não quero acordar
Quero ficar só contigo não vou poder voar
Por que parar pra refletir se meu reflexo é você
Aprendendo uma só vida, compartilhando prazer
Por que parece que na hora eu não vou agüentar
Se eu sempre tive força e nunca parei de lutar
Como num filme, no final tudo vai dar certo
Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto
Pensa em mim
Que eu tô pensando em vocêE me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo
O tempo que passamos juntos vai ficar pra sempre
Intimidades, brincadeiras, só a gente entende
Pra quem fala que namorar é perder tempo eu digo:
Há muito tempo eu não crescia o que eu cresci contigo
Juntos no balanço da rede, sob o céu estrelado
Sempre acontece, o tempo pára quando eu tô do seu lado
A noite chega eu fecho os olhos e é você que eu vejo,
Como eu queria estar contigo eu paro e faço um desejo
Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo (4x)
Mais uma vez que te amo...
O Fim é Uma Certeza
Banda Glória
Medo de Viver, medo; sem saber o porquê
Controlando as emoções, e esperando o fim
A única certeza que resta pra mim .
Levante-se e vá alem
Não seja assim como eu
O fim é certo, mas contradiz a vida
Qual será a sua melhor saída, quem é que decide sobre a sua vida ?
Qual será a sua melhor saída, quem aqui decide sobre a sua vida ?
O tempo apagou o poder das memórias
E faz tempo, que cansei de sorrir .
Por algum motivo,
Só o vazio me conforta .
Só há páginas em branco nessa história ...
Só há páginas em branco nessa nossa história ...
O FIM É UMA CERTEZA !!!
Banda Glória
Medo de Viver, medo; sem saber o porquê
Controlando as emoções, e esperando o fim
A única certeza que resta pra mim .
Levante-se e vá alem
Não seja assim como eu
O fim é certo, mas contradiz a vida
Qual será a sua melhor saída, quem é que decide sobre a sua vida ?
Qual será a sua melhor saída, quem aqui decide sobre a sua vida ?
O tempo apagou o poder das memórias
E faz tempo, que cansei de sorrir .
Por algum motivo,
Só o vazio me conforta .
Só há páginas em branco nessa história ...
Só há páginas em branco nessa nossa história ...
O FIM É UMA CERTEZA !!!
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